<p>A partir de Kiev, a enviada especial da CNN Portugal Ana Sofia Cardoso sublinha que, quatro anos depois da invasão russa, "a vontade" de Moscovo "não é pelo menos por uma paz imediata". Apesar de se admitir uma nova ronda negocial até 2 de março, os ataques continuam e há receios de impacto no fornecimento de energia à Ucrânia</p>