O ex-presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol recorreu da sentença condenatória por insurreição devido à sua decretação da lei marcial em 2024, informaram seus advogados nesta terça-feira. Yoon foi sentenciado a prisão perpétua após ser declarado culpado de liderar uma insurreição ao tentar "paralisar" a Assembleia Nacional com a declaração da lei marcial. Ex-presidente sul-coreano condenado à perpétua por insurreição diz que veredito é 'difícil de aceitar' e se retrata: 'Sinceras desculpas ao povo' Ex-primeira-dama da Coreia do Sul é condenada a 20 meses de prisão por aceitar subornos "Acreditamos que temos a responsabilidade de registrar claramente o problema com essa decisão, não apenas nos autos do processo, mas também perante o julgamento da história no futuro", declarou a defesa de Yoon, em comunicado. Na noite de 3 de dezembro de 2024, Yoon apareceu na televisão para anunciar a suspensão do controle civil e o início de um comando militar, citando ameaças difusas de influência norte-coreana e perigosas "forças antiestatais". A lei marcial foi suspensa seis horas mais tarde, depois que os legisladores conseguiram entrar na sede do Parlamento para uma votação de emergência que revogou a medida. Yoon foi deposto em abril do ano passado e o atual presidente, Lee Jae Myung, foi eleito em junho, em eleições antecipadas.