Influenciadora brasileira 60+, considerada a mais bonita do mundo, critica moralidade seletiva

A influenciadora Ivy Mena, de 62 anos, eleita internacionalmente pela Playboy África do Sul como a criadora de conteúdo 60+ mais bonita do mundo, afirmou ter vivido uma situação constrangedora envolvendo um vizinho do condomínio onde mora. Segundo ela, o morador levou à assembleia do prédio questionamentos sobre sua atuação com conteúdo adulto, mas, posteriormente, ela identificou que ele constava entre os assinantes de sua própria plataforma. Entenda: Influencer revela que fez lifting cirúrgico aos 24 anos acreditando que diminuiria sua idade biológica Sérgio Marone responde a críticas após se declarar ecossexual: 'Não é rótulo'; entenda o termo Ivy relatou que foi surpreendida ao saber que seu nome havia sido citado durante uma reunião de condomínio como pauta de discussão. "Fui informada de que um vizinho levantou meu trabalho como se fosse um problema coletivo, algo que pudesse afetar a imagem do prédio", afirmou. O desconforto, disse, aumentou quando decidiu verificar quem estava acompanhando seu conteúdo online. "Ao conferir os registros de assinatura, percebi que o mesmo vizinho que questionou minha 'conduta' era assinante ativo. Ele consumia exatamente aquilo que estava criticando", explicou. A descoberta, segundo Ivy, provocou indignação, mas também reflexão. "Não foi apenas constrangimento. Foi a constatação de uma contradição muito clara. Ele tentou me expor publicamente enquanto, no privado, pagava para acessar meu trabalho", declarou. Apesar do incômodo inicial, a influenciadora comentou que optou por manter postura reservada: "Não respondi na mesma moeda. Apenas observei os fatos. Meu trabalho é legal, profissional e exercido fora das áreas comuns do condomínio". Para Ivy, o episódio evidenciou uma reação recorrente quando o tema envolve mulheres maduras e sexualidade. "Existe uma moralidade seletiva. Criticam em público, mas consomem no privado. Essa duplicidade diz muito sobre como a sociedade ainda reage à autonomia feminina", concluiu.