Defesa de Rivaldo Barbosa fala em falta de provas contra ex-chefe de Polícia Civil do Rio no caso Marielle: ‘Não existe fofoca’

O primeiro a argumentar no retorno do julgamento do caso Marielle Franco e Anderson Gomes, após a pausa para o almoço nesta tarde, foi o advogado Felipe Dalleprane, que defende o ex-chefe de Polícia Civil do Rio, Rivaldo Barbosa. Ele defendeu que não há indícios de que seu cliente tenha envolvimento com a morte da vereadora e de seu motorista, assim como afirma que há ausência de provas contra o delegado. Caso Marielle: acompanhe o julgamento dos acusados de ordenar e planejar a execução da vereadora Julgamento: veja o que sustentam a acusação, a defesa dos réus e as provas em questão O advogado ainda defendeu que não há elementos que apontem para a participação de Rivaldo em um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro. — Não existe fofoca contra o delegado Rivaldo Barbosa — disse o advogado. Linha do tempo Caso Marielle e Anderson: oito anos entre crime, investigações, obstruções e condenações Outro ponto levantado pelo advogado é que o que há contra o cliente são "ilações" sobre as atuações em seus cargos públicos. — Só que isso não é prova — ponderou Dalleprane. Um dos depoimentos usados pela defesa de Rivaldo é o do delegado Brenno Carnevale, que "não faz nenhuma imputação" contra o ex-chefe de Polícia Civil, diz o advogado. De acordo com Dalleprane, Brenno falou em suspeitas de corrupção na Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), mas, sustenta o advogado, "o julgamento não é contra a delegacia". Galerias Relacionadas Initial plugin text