Seguro de veículos é mais caro no Rio; na Zona Norte, valor pode ser quase 80% maior que na Zona Sul

Moradores da Zona Norte do Rio pagam mais pelo seguro do automóvel do que os habitantes de todas as outras regiões da capital. É o que revela o Índice de Preço do Seguro de Automóvel e Moto (IPSA/IPSM), desenvolvido pela empresa TEx, parte da Serasa Experian. O estudo, de janeiro deste ano, também aponta que o Rio tem as apólices mais caras dentre as oito capitais analisadas. 'Tentaram me enforcar com um mata-leão': professor é agredido após questionar trabalho de agentes da Seop na Praia de Copacabana Lucas Pinheiro no Flamengo? Homem se fantasia de esquiador e 'transforma' praia do Rio em pista das Olimpíadas de Inverno De acordo com os dados da TEx, o preço médio do seguro de carro no Rio representa 6,3% do valor do veículo, sendo 117,2% acima de Curitiba, que teve índice de 2,9%. Já com relação às motos, o índice no Rio foi de 12,3%. O ranking do seguro de carro das capitais analisadas é seguido por Salvador, São Paulo, Recife, Belo Horizonte, Porto Alegre, Fortaleza, Belém e Curitiba. O estudo também realizou um comparativo do IPSA e do IPSM por regiões de cada capital. A Zona Norte da cidade foi a que apresentou o maior índice: 7,5%. Em seguida vêm Centro (6,9%), Zona Oeste (6,5%) e Zona Sul (4,2%). Os bairros da recém-criada Zona Sudoeste foram incluídos na Zona Oeste da cidade na pesquisa. Em se tratando das motocicletas, o Rio também teve o maior preço de seguro do país em janeiro de 2026. Dessa vez, o Centro liderou com 15,8%, seguido de Zona Norte (14,8%), Zona Oeste (13,3%) e Zona Sul (11,5%). Ainda de acordo com o levantamento, o valor do seguro de um carro na Zona Norte pode ser até 78,6% maior do que na Zona Sul da cidade, e o seguro de moto até 28,7% mais caro. Tendência de queda No cenário nacional, apesar da elevação de 2,1% do IPSA no último mês, o comparativo anual apresentou grande recuo. Em um ano, a média do seguro de automóvel caiu de 5,5%, em janeiro de 2025, para 4,7%, em janeiro de 2026), o que configura uma queda relativa de 17%. Já o de motos, que teve um pico de 10,1% em julho do ano passado, recuou em 2026 para 8,8%. Initial plugin text