Fechamento de plataformas de petróleo em Sergipe movimenta mais de U$ 2,5 bilhões Até o ano de 2035, as 26 plataformas de petróleo que ainda estão no litoral de Sergipe devem ser desmontadas. Esse processo, de acordo com a Petrobras, movimenta cerca de U$ 2,5 bilhões. Além dos recursos financeiros, a descontinuação das estruturas, que foi iniciada no ano de 2021 após a Petrobras decidir suspender a produção de petróleo em águas rasas, demanda cerca de 430 profissionais de diversas áreas diariamente. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp “Temos que ter uma integração muito grande de todas as tarefas e isso requer um ajuste fino de logística, para garantir que as pessoas estejam nos lugares certos, na hora certa e com o material necessário”, explicou o gerente de descomissionamento da Petrobras, Harlen Dantas. Das 26 plataformas do estado, apenas uma ainda possui a estrutura necessária para que os profissionais consigam atuar por vários dias. O processo de desmontagem das demais utiliza protocolos internacionais de segurança e conta com a participação de diversas empresas para ser concluído. Plataforma de petróleo em Sergipe Jeová Luiz/TV Sergipe Produção de petróleo em Sergipe Em 1970, o estado foi o primeiro a ter uma plataforma de exploração de petróleo no mar no país. E por cerca de 50 anos produziu petróleo, alcançando auge da produção no ano de 1977, com mais de 52 mil barris de petróleo por dia. O processo de interrupção da produção, fechamento de poços e desmontagem das plataformas é chamado de descomissionamento, que acontece porque a Petrobras entendeu que não era mais viável estrategicamente manter a produção em águas rasas no estado. Atualmente, Sergipe se prepara para uma nova etapa, com um projeto da Petrobras para exploração de petróleo em águas profundas.