Desde que se assumiu ecossexual em 2023, o ator Sérgio Marone enfrenta críticas e afirma ser mal compreendido sobre o termo, que define como uma "consciência" de pertencimento e amor ao planeta, e não como um rótulo sexual. Em entrevista recente, Marone explicou que a identidade foca na conexão emocional e no prazer sensorial com a natureza — como o toque da brisa ou um banho de mar —, o que se traduz em responsabilidade ambiental e escolhas sustentáveis. O conceito, criado em 2008 por Elizabeth Stephens e Annie Sprinkle, propõe tratar a Terra como uma "amante" que deve ser celebrada e protegida, funcionando como uma estratégia de ativismo para garantir o futuro da humanidade no ecossistema.