Guilherme Derrite, durante evento enquanto era secretário da Segurança Pública de SP Marcelo Estevão/TheNewsS2/Estadão Conteúdo O senador Flávio Bolsonaro (PL), escolhido pré-candidato à Presidência pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), confirmou o deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) como pré-candidato ao Senado por São Paulo. "Está batido o martelo, é pré-candidato ao Senado em uma das vagas. A outra vaga a gente vai conversar", declarou Flávio após os dois visitarem o ex-presidente na prisão da Papudinha, em Brasília (DF). Ex-secretário da Segurança Pública do Estado de São Paulo, Derrite vai concorrer com o apoio da família Bolsonaro, um dos seus objetivos quando deixou o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) em dezembro de olho na eleição -- como antecipou o blog da Andréia Sadi no ano passado. Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Flávio afirmou que dois nomes na chapa de São Paulo estão confirmados com Derrite. Além dele, o governador Tarcísio concorrerá à reeleição. Segue em aberto o nome para a segunda vaga em disputa pelo Senado e, segundo o presidenciável, a decisão será tomada no futuro. Veja os vídeos que estão em alta no g1 "Com relação à segunda vaga no Senado, ele [Jair] pediu para aguardar e analisar mais pesquisas e conversar com mais algumas lideranças e também com o Eduardo Bolsonaro para a gente tomar uma decisão com mais tranquilidade mais para frente", afirmou o senador. Eleições 2026: quais mandatos estarão em jogo na disputa pelo Senado, que ganhou importância neste ano Ele, porém, disse que o nome a ser escolhido "tem que ser uma pessoa de confiança e obviamente validada pelo presidente Bolsonaro". PL antifacção O deputado foi o relator por duas vezes do Projeto de Lei antifacção, aprovado na noite de terça-feira (24) na Câmara dos Deputados. Ele fez mudanças no texto que veio do Senado e que vai à sanção do presidente Lula (PT). Os pontos de maior polêmica foram retomados por Derrite, como retirada de verba da Polícia Federal e o repasse de parte da arrecadação a estados e municípios, o que foi alvo de críticas do governo federal por afetar a autonomia da PF. Veja os principais pontos da proposta aprovada: traz a definição de facção criminosa e a coloca como figura central das medidas de enfretamento; tipifica condutas que passarão a ser tratadas como crimes de facção criminosa, com penas de 20 a 40 anos de prisão; estabelece que a prática de crimes, como integrar, financiar ou comandar facções criminosas, configura fundamento suficiente para a decretação de prisão preventiva; determina prazos para as atuações da polícia, do Ministério Público e do Juiz em inquéritos que envolvem facções criminosas; amplia os mecanismos de bloqueio de bens e prevê a reversão dos valores dos bens do crime organizado aos fundos federais e estaduais de segurança pública. Deputado federal Guilherme Derrite durante reunião com lideres do partido Republicano nesta quarta-feira, 12 de novembro de 2025. Mateus Bonomi/AGIF/Estadão Conteúdo