“Apesar desses empréstimos não pagos e que de facto delapidam o património da Tranquilidade, […] a Tranquilidade não ficou em perigo. Não houve nada que tornasse a Tranquilidade incapaz de responder aos seus compromissos”, afirmou Miguel Moreno, ouvido como testemunha no julgamento, em Lisboa, do processo principal do colapso do Banco Espírito Santo (BES) e do GES, no Verão de 2014.