Enquanto a Zona da Mata de Minas Gerais ainda contabiliza mortos após o temporal de terça-feira — o número chegou a 48 na noite de quarta-feira —, análises sobre os orçamentos estadual e federal apontam que a prevenção contra chuvas foi desprestigiada por diferentes esferas no passado recente. No caso do Executivo mineiro, a gestão de Romeu Zema (Novo) reduziu em 96% as verbas com esse fim em apenas dois anos, entre 2023 e 2025. Recursos do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) também ficaram só no papel, com parte do montante prometido à espera de documentos da prefeitura, chefiada pela petista Margarida Salomão. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.