Adilsinho também é investigado pelo assassinato de advogado à luz do dia no Centro do Rio

Foragido por quatro homicídios ocorridos há quatro anos, Adilson Coutinho Filho, o Adilsinho, também é investigado por outras mortes. Horas após a prisão do contraventor nesta quinta-feira, um vídeo foi divulgado pelo secretário estadual de Polícia Civil, Felipe Curi — ao lado de Fábio Galvão, superintendente da Polícia Federal no Rio —, em que ressalta que Adilsinho estaria envolvido no assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo, morto à luz do dia, no Centro do Rio, em fevereiro de 2024. Em sua fala, Curi classificou Adilsinho como um "marginal", "responsável por dezenas de homicídios investigados" pelas delegacias de Homicídios da Capital (DHC), da Baixada Fluminense (DHBF) e de Niterói e São Gonçalo (DHNSG). Segundo o titular da Polícia Civil, a organização criminosa de Adilsinho esteve envolvida na morte do policial penal Bruno Kilier da Conceição Fernandes, ex-chefe de segurança de um dos presídios do Complexo Penitenciário de Gericinó, ocorrida em junho de 2023. O contraventor foi indiciado pela DHC, que aguarda a expedição do mandado de prisão. Outro crime lembrado por Curi foi o assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo, ocorrido em frente à sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), na Avenida Marechal Câmara, no Centro do Rio, a poucos metros da Defensoria Pública e do Ministério Público. Segundo o secretário, o crime está entre "as dezenas de homicídios pelos quais ele é investigado". — (Foi) Uma ação extremamente ousada da quadrilha desse criminoso — definiu Curi, que classificou a prisão de Adilsinho como "importantíssima".