O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edison Fachin, adiou para o dia 25 de março a conclusão do julgamento das ações que tratam do pagamento dos chamados "penduricalhos" – verbas indenizatórias que podem dar salários acima do teto constitucional a algumas categorias de servidores públicos. Camarotti: Penduricalhos devem cair Os ministros analisavam decisões individuais do ministro Flávio Dino e Gilmar Mendes em dois processos distintos: Dino determinou que os Poderes revisem e suspendam o pagamento de parcelas acima do teto que não estão previstas em lei; além disso, proibiu novos atos ou leis que garantam o pagamento de "penduricalhos" ilegais. Mendes determinou que o Poder Judiciário e o Ministério Público só podem pagar "penduricalhos" que estão previstos em lei federal. A análise das ações começou na quarta-feira (25) com as exposições de argumentos dos participantes dos processos. Nesta quinta-feira, o processo seria retomado com os votos dos relatores e demais ministros. Até a conclusão do julgamento, as decisões individuais de Dino e Gilmar seguirão valendo. Os ministros também uniformizaram os prazos dados para que os Poderes tomem providências quanto às parcelas indenizatórias –. Serão 45 dias, contados a partir de 23 de fevereiro, data da decisão individual de Gilmar.