Na declaração inicial perante a Comissão de Supervisão e Reforma Governamental da Câmara dos Representantes (câmara baixa do Congresso dos Estados Unidos), a antiga candidata presidencial democrata defendeu a tese de que foi chamada a depor “para desviar a atenção das ações” do chefe de Estado republicano e para encobrir os “apelos legítimos” a que este se pronuncie sobre o caso.