A Justiça rejeitou a queixa-crime do Partido dos Trabalhadores (PT) contra a influenciadora, cantora e estudante de Direito Jordana Gleise, mais conhecida como Jojo Todynho. A ação foi interposta pela legenda após declarações feitas por ela em uma entrevista em 2023, quando Jojo afirmou ter recebido proposta de R$ 1,5 milhão para apoiar a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva. Votação polêmica: petistas usam foto de CPI do INSS para dizer que tinham maioria em votação sobre filho de Lula; Viana contesta Após ser criticado por alfinetar influenciador que 'fez o L': Nikolas Ferreira visita Juiz de Fora (MG) Na decisão, do último dia 16, o juiz Fernando Augusto Andrade Conceição, da 14ª Vara Criminal da Barra Funda, do Tribunal de Justiça de São Paulo, destacou que a ação movida pelo partido político não tem justa causa, uma condição necessária para que a queixa-crime apresentada fosse recebida. Segundo ele, Jojo não divulgou informações que feriram a honra ou a reputação do partido. O juiz ainda avaliou que outras pessoas e empresas poderiam ter interesse na divulgação da campanha feita pela artista. O PT foi condenado a pagar os custos processuais, bem como honorários de sucumbência de R$ 10 mil aos advogados de Jojo.