Caso Yasmin: acusado pela morte da influenciadora vai a júri em agosto A Justiça do Pará marcou para o dia 25 de agosto o julgamento de Lucas Magalhães, acusado pela morte da influenciadora digital Yasmin Cavaleiro de Macêdo, que completou mais de quatro anos. A data foi definida após o esgotamento dos recursos apresentados pela defesa do réu nas instâncias superiores, incluindo o Supremo Tribunal Federal (STF). Lucas Magalhães será submetido a júri popular no Fórum Criminal de Belém. Ele responde pelos crimes de homicídio com dolo eventual, fraude processual e porte e disparo ilegal de arma de fogo. ✅ Clique e siga o canal do g1 PA no WhatsApp Somadas, as penas mínimas podem chegar a 15 anos de prisão. O acusado está em liberdade provisória desde 2023. Para a família de Yasmin, a definição do julgamento representa o fim de uma longa espera. “Nós precisamos ter muita paciência. Estávamos aguardando ansiosos pela marcação desse julgamento, mas ficamos muito gratos”, disse Eliene Fontes, mãe da vítima. O caso Yasmin Cavaleiro de Macêdo tinha 21 anos, era estudante de medicina veterinária e influenciadora digital. Ela desapareceu no dia 12 de dezembro de 2021, durante um passeio de lancha no rio Maguari, em Belém. Yasmin Macêdo Reprodução/TV Liberal O corpo dela foi encontrado no dia seguinte. As investigações apontaram que a causa da morte foi afogamento. Além de Yasmin, outras 18 pessoas estavam a bordo da embarcação. Lucas Magalhães, proprietário da lancha, é apontado como principal suspeito do crime. Segundo as investigações, ele teria efetuado disparos de arma de fogo durante o passeio e alterado a estrutura da lancha antes da perícia técnica. O despacho da Justiça cita ainda outras condutas atribuídas ao réu, descritas no inquérito policial e no procedimento administrativo instaurado pela Capitania dos Portos. VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará Confira outras notícias do estado no g1 PA