Minha mãe vive no Facebook , e eu vivo tentando tirá-la de lá. Começou como uma coisa saudável, de fato social, onde ela, socióloga recém-aposentada, interagia com novos colegas em novas paragens que ela não descobriria de outra forma. Para ela não ficar se sentindo isolada sob meu dedo acusatório, meu marido é outro que não larga do diabo da plataforma. O uso dele também é até certo ponto saudável: é como ele de fato mantém contato com seus amigos espalhados mundo afora, feitos em uma carreira global. Leia mais (02/26/2026 - 23h00)