'Foi um dever existencial' denunciar tentativa de abuso por desembargador de MG, diz primo

Denunciar o desembargador Magid Nauef Láuar ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça), segundo um primo de segundo grau que alega ter sofrido uma tentativa de abuso sexual na adolescência, foi um "dever existencial". A acusação, feita por Saulo Láuar, hoje com 42 anos, surgiu após o magistrado participar de uma decisão polêmica que absolveu um réu de 35 anos em um caso de estupro de vulnerável --ele mantinha relação com uma criança de 12 anos. Leia mais (02/27/2026 - 12h55)