Se os avanços tecnológicos ameaçam vários empregos, eles foram uma bênção para a atividade policial. Um investigador do início do século 20 gastava sola de sapato para entrevistar as sempre pouco confiáveis testemunhas e dispunha de poucas ferramentas científicas para ajudá-lo. Não havia muito mais que datiloscopia, rudimentos da balística e da toxicologia. A partir da segunda metade do século 20, vieram pequenas revoluções na forma de análise de DNA e outras técnicas forenses sofisticadas, além da proliferação de câmeras de vigilância, que fizeram com que as evidências físicas também contassem a sua história. Leia mais (02/27/2026 - 14h00)