AuroraLab do TJDFT promove oficina de linguagem simples para Ouvidoria

O Laboratório de Inovação do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), conhecido como AuroraLab, realizou nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, uma oficina de linguagem simples direcionada à equipe da Ouvidoria-Geral. A ação tem como objetivo aperfeiçoar os atendimentos por meio da padronização da linguagem utilizada nos diversos canais de comunicação do setor. O facilitador do AuroraLab, Marcelo Monteiro, explicou que a ideia surgiu da necessidade de uniformizar os textos, dada a peculiaridade da Ouvidoria em operar com múltiplos canais e equipes que se comunicam com diferentes setores externos. 'A Ouvidoria tem bastante conhecimento e textos bem estruturados. Então, a linguagem simples vai entrar nesse contexto para encontrar uma linha mestra, encontrar uma padronização', destacou Monteiro. Ele enfatizou que a oficina visa trazer clareza às mensagens, aplicando uma linha mestra transversal em todos os canais, como WhatsApp, chat bot e e-mail. A coordenadora de Relacionamento com o Usuário do Tribunal, Carolina Campos Afonso, reforçou a importância da padronização para tornar o setor mais acessível. 'A ouvidoria trabalha com relacionamento com um usuário muito amplo e com muitos canais. Então, a gente fez essa parceria com o AuroraLab para que as nossas mensagens tivessem primeiro um padrão de linguajar, em todos os canais, e para que a gente pudesse revê-las, usando a técnica da linguagem simples para que elas pudessem ficar cada vez mais acessíveis à população', afirmou. A preparação para a oficina envolveu reuniões com o AuroraLab e o envio de um formulário à equipe para mapear o conhecimento sobre linguagem simples, considerando as diversidades de cada área. Essa iniciativa integra o programa TJDFT+simples, desenvolvido pelo AuroraLab, que combina linguagem simples e design visual para ampliar o acesso da sociedade à Justiça, conforme a Portaria Conjunta 91/2021 do TJDFT. Em 2025, o TJDFT recebeu pela segunda vez consecutiva o Selo Linguagem Simples do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), premiação que reconhece práticas de comunicação claras, acessíveis e centradas na cidadania no âmbito do Judiciário. Com informações do TJDFT