Isis Valverde aposta em aplique natural e reacende tendência do alongamento discreto

Uma mudança sutil no comprimento, mais densidade ao redor do rosto, um balanço diferente quando o cabelo encontra o vento. O novo visual de Isis Valverde pode até parecer apenas mais uma troca de look, mas revela algo maior: uma maneira mais fluida e estratégica de lidar com a própria imagem. Confira: Marina Ruy Barbosa revela novo ritual capilar inusitado que não abre mão Luísa Sonza inicia nova era sem mega hair e explica: 'Quis resultados rápidos, mas com o cabelo isso não funciona' Ao apostar no alongamento com técnica de fita, aplicado por Éder Fernandes, a atriz reforça um movimento que vem ganhando força nos salões e fora deles. O aplique, antes associado a exageros ou tentativas de disfarce, hoje ocupa outro território, o da construção consciente de estilo. Não se trata mais de esconder, mas de compor. Isis Valverde aposta em alongamento com técnica de fita e reforça nova era do aplique natural Divulgação Para a visagista e terapeuta capilar Mari Borges, a escolha acompanha uma transformação silenciosa no comportamento feminino. "Isis Valverde apostou no aplique com Éder Fernandes usando a técnica de fita, e isso diz muito sobre o momento atual da beleza", afirma. Segundo ela, a técnica está entre as mais delicadas quando o assunto é alongamento, tanto no resultado quanto na experiência de quem usa. "A técnica de fita é uma das mais finas e estratégicas quando falamos em alongamento. As mechas já vêm com uma base adesiva ultrafina e são aplicadas ‘sanduichando’ o fio natural entre duas fitas. O resultado é uma raiz limpa, leve, praticamente imperceptível ao toque e ao olhar. O caimento fica natural, o movimento acompanha o cabelo e o volume é construído de forma equilibrada", explica. Mais do que um recurso estético, o alongamento passou a dialogar com desejo, fase e expressão pessoal. Em vez de uma solução permanente, ele funciona como ferramenta de experimentação, quase como trocar a maquiagem ou atualizar o guarda-roupa. "O mais interessante é entender que hoje o aplique não é mais sobre esconder algo. Ele virou ferramenta de imagem. É sobre refresh. É sobre viver um momento específico sem precisar esperar anos o cabelo crescer", afirma. A fala ecoa um comportamento contemporâneo: a recusa em esperar. Se antes o comprimento estava atrelado ao tempo biológico do fio, agora ele responde à vontade. "A mulher moderna não quer ficar presa ao tempo biológico do fio. Ela quer escolher quando ter mais comprimento, quando apostar em mais volume, quando criar impacto. Pode ser para um projeto, uma fase, uma estação do ano ou simplesmente para mudar a energia. E o aplique permite exatamente isso: liberdade estética", destaca. Há também uma evolução técnica que sustenta essa nova percepção. A manutenção, esclarece Mari, tornou-se mais simples e segura quando feita com acompanhamento profissional. "A manutenção também é simples quando a aplicação é técnica. A cada seis ou oito semanas, as fitas são retiradas, higienizadas e reaplicadas próximas à raiz. Quando o peso está bem distribuído e o cabelo natural está saudável, não há prejuízo estrutural. O que danifica não é a técnica em si, mas a má aplicação e a falta de acompanhamento profissional", observa. No fim, o que mudou não foi apenas o método, foi o significado. "As técnicas evoluíram muito. Hoje as fitas são mais finas, mais leves e pensadas para harmonizar com corte, cor e formato de rosto. O alongamento deixou de ser algo artificial e passou a ser um recurso de styling, assim como maquiagem ou acessórios", finaliza.