Margarida Vila-Nova (parte 2): “Já não tenho tempo para me aborrecer com pessoas feias, que vão tornar o dia pesado e chato. O tempo urge!”

Nesta segunda parte da conversa com a atriz Margarida Vila-Nova ficamos a saber as razões por ter amadurecido demasiado cedo, como as dificuldades pessoais a ajudaram a dar mais densidade às suas personagens e como a curta metragem que realizou a partir de uma carta deixada pelo seu pai, antes de morrer, despertou-lhe a vontade de contar mais histórias atrás das câmaras