Um mês depois da tempestade Kristin ter devastado a região Centro, em especial Leiria, a Filarmónica de Monte Redondo ainda está longe de voltar à normalidade. O vendaval deixou marcas profundas na sede do grupo e estragos que rondam os 300 mil euros. Enquanto o futuro permanece incerto, há um maestro que tenta não deixar cair a batuta e apontar o caminho.