Durante anos, a nutrição esportiva foi explicada com uma metáfora simples: o músculo era um motor, o glicogênio (a forma como o corpo armazena carboidratos para usá-los como energia rápida), seu combustível; e a fadiga aparecia quando o depósito ficava vazio. Sob essa ótica, a estratégia parecia óbvia: comer muitos carboidratos, encher os depósitos e, se possível, continuar abastecendo durante o exercício. Mais carboidratos garantiriam um melhor desempenho. Leia mais (03/01/2026 - 15h30)