Um grupo de cerca de 30 brasileiros ligados ao movimento Legendários, que participava de um evento de imersão denominado “TOP de Dubai”, que aconteceu entre 25 e 28 de fevereiro, está retido nos Emirados Árabes Unidos após o fechamento dos principais aeroportos da região em meio a uma escalada de ataques e bombardeios no Oriente Médio. Lua de Sangue: eclipse desta terça poderá ser visto por parte do Brasil; saiba onde e em que horário 'ICE de Floripa': após críticas, prefeito rebate apelido e defende atuação de tropa voluntária recém-criada em SC Os participantes, oriundos principalmente de Manaus, tinham previsão de retorno ao Brasil no fim de semana, mas não conseguiram embarcar após a suspensão das operações nos hubs aéreos de Dubai e de outros países do Golfo. O grupo acompanha a reabertura do espaço aéreo e aguarda instruções de companhias aéreas e autoridades locais para remarcação de voos. Segundo relatos nas redes sociais e de parentes dos envolvidos, os Legendários afirmaram que estão seguros e aguardando definições logísticas para o retorno. — Queremos tranquilizar todos vocês: estamos bem, seguros e confiando em Deus. A segurança aqui continua muito reforçada, e seguimos atentos às orientações oficiais. Agradecemos demais pelas mensagens, pelas orações e pelo cuidado de cada um — disse o pastor Pascoal Monteiro, que participou do evento em Dubai, em publicação nos stories do Instagram. 'Estamos seguros', diz participante do Legendários em Dubai Reprodução | Instagram A suspensão das atividades aeroportuárias ocorreu no contexto de ataques iranianos com mísseis e drones a alvos estratégicos na região, incluindo áreas próximas aos terminais do Aeroporto Internacional de Dubai, forçando a evacuação de passageiros e o fechamento temporário das pistas. Autoridades de aviação em Dubai e nos Emirados Árabes Unidos confirmaram a interrupção total dos voos em Dubai International Airport (DXB) e Dubai World Central – Al Maktoum International (DWC) até novo aviso, em razão das tensões e do fechamento de espaço aéreo regional imposto por diversos países do Golfo. Os brasileiros retidos relatam incerteza sobre prazos para a retomada das operações regulares, e dependem de atualizações das companhias aéreas e do monitoramento das autoridades locais para conseguir retornar ao Brasil.