Dez panamenhos foram detidos no sábado em Cuba e são acusados de serem “autores de atos de propaganda” contra o governo, informou nesta segunda-feira o Ministério do Interior (Minint). A detenção ocorreu três dias depois de guarda-costas cubanos interceptarem, na quarta-feira, uma lancha procedente dos Estados Unidos com dez pessoas armadas a bordo, que tentavam se infiltrar no país “com fins terroristas”, em meio ao aumento das tensões com Washington. Flexibilização: após autorização dos EUA, empresas privadas em Cuba começam a importar combustível diante de crise energética Presidente americano: Trump diz que os EUA estão considerando uma 'tomada de controle amigável' de Cuba; venda de petróleo é parte-chave de plano Os panamenhos detidos entraram em Cuba “com o propósito de confeccionar cartazes com conteúdos de caráter subversivo contrários à ordem constitucional”, afirmou o Minint em comunicado divulgado pela televisão cubana. O ministério destacou que os envolvidos “reconheceram ser os autores dos fatos” ocorridos em Havana na madrugada de sábado. Initial plugin text Segundo as investigações, que ainda estão em andamento, “uma vez cumprido o objetivo, eles deveriam deixar o país e, ao retornar ao Panamá, receberiam uma quantia em dinheiro que, de acordo com suas primeiras declarações, varia entre 1.000 e 1.500 dólares para cada um”, informou o Minint.