Nos últimos anos, Omã construiu reputação consistente de mediador em dossiês sensíveis no Médio Oriente. A tarefa mais recente foi a negociação entre os Estados Unidos da América e o Irão. Sem o dinheiro e o petróleo dos vizinhos, o sultanato fez da diplomacia um pilar da sua política externa e tornou-se o único país do Golfo em quem Teerão confia. O que tem de especial?