Donald Trump é visto com erupção na pele durante cerimônia na Casa Branca

Donald Trump, de 79 anos, voltou a despertar atenção sobre sua saúde nesta segunda-feira (02.03) ao aparecer na Casa Branca com uma erupção vermelha e descamativa no pescoço. O ex-presidente, que há mais de um ano responde a questionamentos sobre hematomas frequentes nas mãos, agora apresentou um novo problema dermatológico. Durante a cerimônia de entrega da Medalha de Honra, fotos registraram o que parecia ser uma erupção avermelhada com crostas no lado direito do pescoço de Trump, estendendo-se de trás da orelha até a nuca, na linha do cabelo. O médico da Casa Branca, Dr. Sean Barbabella, explicou a irritação em comunicado à revista PEOPLE: "O presidente Trump está usando um creme muito comum no lado direito do pescoço, que é um tratamento preventivo para a pele, prescrito pelo médico da Casa Branca." Barbabella acrescentou: "O presidente está usando este tratamento há uma semana, e espera-se que a vermelhidão dure algumas semanas." Ele não detalhou o motivo exato da prescrição do creme. Além da erupção, o hematoma na mão direita de Trump também era visível durante a cerimônia, embora parcialmente camuflado por maquiagem. Desde fevereiro do ano passado, Trump foi fotografado diversas vezes com hematomas na mão direita. Em algumas imagens, a maquiagem tenta disfarçar a mancha, mas em outras ela aparece de forma evidente. A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, abordou as especulações: "O presidente Trump tem hematomas na mão porque está constantemente trabalhando e apertando mãos o dia todo, todos os dias." Ela ainda destacou: "O presidente Trump é um homem do povo. Seu compromisso é inabalável, e ele prova isso todos os dias." Em julho de 2025, período em que Trump recebeu diagnóstico de insuficiência venosa crônica, causando inchaço nas pernas, Barbabella detalhou a origem das equimoses: elas são "compatíveis com uma pequena irritação dos tecidos moles causada por apertos de mão frequentes e pelo uso de aspirina, que faz parte de um regime padrão de prevenção cardiovascular". O próprio Trump também relacionou os hematomas ao uso diário de aspirina, em dose maior do que a recomendada por seus médicos. Em um perfil publicado em janeiro pelo The Wall Street Journal, intitulado "À medida que surgem sinais de envelhecimento, Trump responde com desafio", ele revelou: toma 325 mg de aspirina por dia, em vez dos 81 mg recomendados para prevenção cardiovascular. Trump explicou: "Dizem que a aspirina é boa para afinar o sangue, e eu não quero sangue grosso circulando pelo meu coração. Eu quero sangue fino e agradável circulando pelo meu coração. Faz sentido?" A justificativa inicial de Leavitt sobre apertos de mão foi questionada mais recentemente durante o Fórum Econômico Mundial, no final de janeiro, quando Trump foi fotografado com um grande hematoma na mão esquerda - embora seja destro e costume apertar mãos com a direita. Na época, em entrevista à CBS News, Leavitt ofereceu uma nova explicação: "No evento do Conselho da Paz hoje em Davos, o presidente Trump bateu a mão na quina da mesa de assinatura, causando um hematoma."