OpenAI aprimora termos do acordo com o Pentágono

O CEO da OpenAI, Sam Altman, anunciou na segunda-feira uma série de modificações no recente acordo entre sua empresa e o Departamento de Defesa dos EUA, referente ao acesso aos seus modelos de inteligência artificial (IA). Pedro Doria: Ataque a Teerã levanta discussão sobre uso de IA em guerra "Trabalhamos (...) para adicionar alguns elementos ao nosso acordo a fim de esclarecer nossos princípios", escreveu Altman no X. Segundo o executivo, um dos ajustes estipula que os sistemas de IA da OpenAI não devem ser usados ​​intencionalmente para "vigilância" de cidadãos americanos. Ele também afirmou seu desejo de defender as "liberdades civis". O Pentágono garantiu que os serviços da OpenAI "não seriam usados ​​pelas agências de inteligência do Departamento de Defesa", especialmente a Agência de Segurança Nacional (NSA), de acordo com Altman. Pesquisador da Anthropic decide largar a carreira e faz alerta: 'O mundo está em perigo' Qualquer serviço para essas agências exigirá uma modificação adicional ao acordo, acrescentou ele. Esses esclarecimentos vêm poucos dias depois de o Departamento de Defesa ter selecionado os modelos de IA da OpenAI e rejeitado os da Anthropic - criadora da IA ​​Claude, que recusou-se, por razões éticas, a permitir que os militares dos EUA utilizassem seus modelos sem restrições, o que gerou reação e críticas do presidente Donald Trump. Trump proíbe agências federais dos EUA de usarem ferramentas da Anthropic "Trabalhamos (...) para adicionar alguns elementos ao nosso acordo a fim de esclarecer nossos princípios".