Homem 'mais tatuado do Brasil' passa por nova sessão de remoção e diz se preparar para vida missionária

Leandro Souza, conhecido nacionalmente como o “homem mais tatuado do Brasil”, passou por uma nova sessão de remoção de tatuagens a laser em Franco da Rocha (SP). O procedimento, o sexto desde que iniciou o tratamento, faz parte de uma mudança de vida iniciada há cerca de dois anos, quando ele afirma ter se convertido ao cristianismo e decidido abandonar o visual marcado por desenhos no corpo e no rosto. Princesa consorte da Noruega diz lamentar 'profundamente' ter sido amiga de Epstein e pede desculpas à família real Internautas 'invadem' perfil de Fernanda Vasconcellos e reagem à foto da atriz com a família: 'O que a Samira está fazendo com essa criança?' Morador de Bagé (RS), Souza diz que a decisão de retirar as tatuagens acompanha um processo pessoal mais amplo. Segundo ele, além da conversão religiosa, também deixou o uso de drogas, cigarro e álcool. As marcas no rosto, afirma, já não representam quem ele se tornou. Confira: Initial plugin text Transição para a vida religiosa O gaúcho se prepara agora para uma nova etapa. Ele recebeu uma bolsa de estudos no Seminário Evangélico Betânia, em Petrolina (PE), onde pretende cursar bacharelado em Teologia pelos próximos quatro anos. A mudança para o Nordeste também deve alterar o ritmo do tratamento, já que as sessões de remoção a laser passarão a ocorrer com intervalos maiores, cerca de seis meses. Souza afirma que vê a própria trajetória como um testemunho religioso. “Eu acredito que Deus tem muito mais para fazer através desse testemunho”, disse. Tratamento e repercussão nas redes O procedimento é realizado gratuitamente por uma clínica especializada em São Paulo. Após a quinta sessão, segundo ele, os resultados já eram perceptíveis, sobretudo nas tatuagens do rosto. Souza relata que já não é reconhecido à distância e que desenhos como as caveiras tatuadas na face só podem ser vistos de perto. Leandro Souza Reprodução/Instagram/leandrodesouzabless Durante cerca de duas décadas, ele acumulou dezenas de tatuagens e modificações corporais. Segundo conta, as marcas surgiram inicialmente como uma forma de lidar com traumas da infância e problemas familiares. Hoje, o gaúcho afirma usar as redes sociais para compartilhar o processo de remoção e incentivar pessoas que enfrentam dependência química. Ele também anunciou que pretende lançar um livro relatando a própria trajetória e a mudança de vida.