A Delegacia de Defraudações (DDEF) deflagrou, nesta terça-feira, uma operação que mira funcionários terceirizados vinculados a uma firma contratada para atuar nos postos de cadastramento do cartão Jaé — sistema municipal de bilhetagem eletrônica do transporte público do Rio. Segundo investigações, eles teriam utilizado suas funções de supervisão e atendimento para realizar validações fraudulentas de cartões de gratuidade sênior. Não há informações de prisões nem de apreensões. Sessenta minutos de violência: Polícia detalha em relatório como vítima de estupro coletivo em Copacabana foi atraída e violentada por uma hora Violência sexual: Veja o que se sabe sobre o estupro coletivo em Copacaba O inquérito da DDEF foi instaurado após uma notícia-crime apresentada por consultor jurídico da empresa responsável pela bilhetagem e pelo recadastramento das gratuidades no município do Rio. O prejuízo estimado ultrapassa R$ 64 mil. De acordo com o apurado, os suspeitos inseriam no sistema CPFs inexistentes, documentos falsificados e imagens faciais geradas por inteligência artificial, em violação aos protocolos de segurança. As validações ocorriam, em sua maioria, fora do horário regular de expediente, especialmente entre 21h e 6h, o que levantou suspeitas após auditoria. Os cartões aprovados, apontam as investigações, não eram entregues a beneficiários reais. Eles eram, afirma a polícia, usados por terceiros, com registros biométricos incompatíveis com os dados cadastrados. A operação tem como objetivo interromper o esquema criminoso e reunir novas provas para que os responsáveis pelas fraudes sejam responsabilizados. As investigações continuam para apurar a total extensão da fraude e identificar eventuais outros participantes no esquema. Initial plugin text