Porto de Santos se mantém atento ao conflito entre Estados Unidos e Irã Porto de Santos / APS O Porto de Santos, no litoral de São Paulo, ainda não teve suas operações afetadas pelo conflito entre o Irã e os Estados Unidos. A Autoridade Portuária de Santos (APS) segue em estado de monitoramento e acompanha desdobramentos em relação aos possíveis impactos de logística e integração gerados pelos acontecimentos recentes no Oriente Médio. Segundo a Diretoria de Operações do Porto de Santos, as linhas que atendem o Brasil não são diretamente dependentes dos locais mais afetados pelo conflito. Por isso, não existem registros de impactos nas atividades portuárias da região. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. A APS mantém contato constante com operadores e agentes da comunidade portuária, como forma de monitorar os possíveis impactos e comprometimentos às atividades operacionais do Porto de Santos. Além disso, a entidade também afirmou que existe uma grande dificuldade em prever quaisquer desdobramentos em um momento como este. Por conta do sistema de logística marítima ser altamente integrado e global, as linhas portuárias podem sofrer efeitos indiretos, ajustes de rota e reprogramações, em cenários de conflito ou guerra. Entenda o que levou Israel e EUA a atacarem o Irã Em nota divulgada pela APS, o presidente da organização, Anderson Pomini, confirmou que o Porto de Santos não sofreu nenhum tipo de impacto até o momento, destacando as conexões e alternativas de logística realizadas para atender todos os locais de destino. “Não há indicação de alteração nas escalas ou comprometimento das operações no porto em função desse cenário. O Porto de Santos é resiliente justamente por ter muitas conexões e alternativas para atender seus cerca de 600 locais de destino.”, Anderson Pomini, presidente da APS, em nota. Conflito Veja locais dos ataques de EUA e Israel e retaliação do Irã Editoria de Arte/g1 As forças armadas dos Estados Unidos e de Israel realizaram um ataque coordenado contra o Irã no sábado, após semanas de negociações tensas e pressão dos EUA para que Teerã encerrasse seu programa nuclear. As explosões foram registradas na capital, Teerã, e em diversas outras cidades iranianas. O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, morreu em um dos bombardeios. Em resposta, o Irã disparou mísseis contra Israel e atacou bases americanas no Oriente Médio. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos