A mulher de Pedro Arthur Turra, réu pelo homicídio doloso (com intenção de matar) de Rodrigo Castanheira, de 16 anos, é alvo de uma investigação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Lauanny Faria Braier Borges, de 18 anos, é suspeita de ter tentado coagir uma adolescente que denunciou Turra por tê-la forçado a consumir bebida alcoólica e ter sofrido tortura com um taser. Acre: Justiça condena governo a indenizar em R$ 30 mil mulher que engravidou após laqueadura ‘ICE de Floripa': voluntário não é agente público com poder de polícia, alertam especialistas sobre tropa de SC Turra, que é ex-piloto de Fórmula Delta, está preso desde o dia 3 de fevereiro no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, por agredir um adolescente na saída de uma festa. A vítima morreu dias depois. A Justiça do Distrito Federal e Territórios aceitou a denúncia do Ministério Público contra Turra, de 19 anos, no dia 13 de fevereiro. A investigação que tem Lauanny como alvo foi aberta na última sexta-feira e encaminhada para a 2ª Vara Criminal de Taguatinga, onde passou a ser analisada pelo Juiz de Garantias, que é a autoridade responsável pelo controle da legalidade da investigação criminal e por assegurar os direitos do investigado. Segundo o portal Metrópoles, a jovem recebeu mensagens e ligações de Lauanny ameaçando expor vídeos pessoais da vítima caso ela não desistisse da denúncia. Lauanny ainda teria enviado mensagens à mãe da vítima dizendo que a adolescente prestou falso testemunho. A investigação está em segredo de justiça. Caso Pedro Turra O ex-piloto foi preso em flagrante no dia 23 de janeiro após agredir Rodrigo Castanheira, de 16 anos, na porta de um condomínio de Vicente Pires, em Brasília. Segundo relatos, a confusão teria começado após uma brincadeira com chiclete. Vídeos registrados por testemunhas mostram o momento em que Rodrigo foi atingido por um soco, caiu e bateu a cabeça em um carro, sofrendo traumatismo craniano severo. Ele chegou a vomitar sangue ao ser socorrido, teve uma parada cardíaca e precisou ser reanimado. O adolescente ficou em coma induzido no Hospital Brasília, em Águas Claras. No entanto, ele faleceu após 16 dias internado. Além deste episódio, a Polícia Civil apura outras denúncias envolvendo Pedro, incluindo agressões anteriores. Devido ao ocorrido, o jovem foi desligado da categoria escola da Fórmula Delta. A instituição publicou uma nota nas redes sociais informando que não compactua com qualquer tipo de violência e se solidarizou com a família da vítima. Initial plugin text