RS registra foco de gripe aviária em aves silvestres em reserva ecológica

Os três vírus que podem desencadear novas crises em 2026 Um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1), a gripe aviária, foi confirmado pelo Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA) do Governo do Rio Grande do Sul. As aves infectadas são silvestres e foram encontradas na Lagoa da Mangueira, na Reserva Ecológica do Taim, no Sul do estado. A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) afirma que a detecção não afeta a condição sanitária do estado e do país como livre da gripe aviária, o que também não gera impacto no comércio de produtos avícolas. Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp A Influenza Aviária é uma doença viral altamente contagiosa que afeta principalmente aves, mas também pode infectar mamíferos e, em raras situações, seres humanos que tenham contato direto com animais contaminados. A transmissão ocorre por meio de secreções, fezes ou carcaças infectadas. De acordo com a pasta, não há risco na ingestão de carne e ovos, já que a doença não é transmitida por meio do consumo. Rio Grande emite alerta epidemiológico para gripe aviária no Sul do RS O vírus foi identificado em aves silvestres da espécie Coscoroba coscoroba, conhecidas como cisne-coscoroba. A notificação de animais mortos ou doentes foi atendida pelo Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul (SVO-RS), no dia 28 de fevereiro, e as amostras coletadas foram enviadas para o Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas (LFDA-SP), que confirmou a doença. A vigilância está sendo realizada na região por servidores da Seapi, em parceria com as equipes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Gripe aviária Reprodução/TV Globo VÍDEOS: Tudo sobre o RS