Fumaça sobe da área ao redor da Embaixada dos EUA, em Bayan, no Kuwait. Reuters O Pentágono divulgou, nesta terça-feira (3) os nomes de quatro dos seis militares mortos na guerra com o Irã. Segundo o governo norte-americano, eles morreram em um ataque de drones no Kuwait. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: ACOMPANHE a cobertura sobre o conflito em tempo real Todos integravam o 103º Comando de Suprimentos, sediado em Des Moines, no estado de Iowa. As vítimas foram identificadas como o capitão Cody A. Khork, 35 anos, de Winter Haven, Flórida; o sargento de 1ª classe Noah L. Tietjens, 42, de Bellevue, Nebraska; a sargento de 1ª classe Nicole M. Amor, 39, de White Bear Lake, Minnesota; e o especialista Declan J. Ainda sobre o ataque de drones, o governo dos EUA afirmou que outros militares ficaram feridos. "Vários outros sofreram ferimentos leves por estilhaços e concussões e estão em processo de retorno ao serviço. As principais operações de combate continuam e nossos esforços de resposta estão em andamento", publicou a central de comando americana no X. Entenda o que levou Israel e EUA a atacarem o Irã No momento, a ofensiva dos EUA em parceria com Israel está limitada aos ataques aéreos. Nesta segunda, ao ser questionado por jornalistas sobre uma possível ação terrestre no Irã, o secretário de Estado, Marco Rubio, disse que a ideia não está completamente descartada, mas que o governo norte-americano acredita que o objetivo estabelecido pode ser alcançado sem o envio de tropas. "Os Estados Unidos não estão preparados para enviar tropas terrestres ao Irã neste momento, mas o presidente americano Donald Trump tem essa opção", afirmou. INFOGRÁFICO - Mapa mostra locais dos ataques no Irã e a retaliação. Arte/g1