A situação, segundo o morador, não é recente: vem se estendendo desde o final do ano passado. Durante duas visitas ao local, a equipe do GLOBO-Niterói constatou água suja e lamacenta jorrando de dois bueiros em cada uma das ruas citadas. Em ambas as ocasiões, também foi flagrado acúmulo de água suja em poças.o. Problema ambiental: Niterói teve pelo menos 50 tartarugas mortas em praias em três meses Ataques com cães, gritaria e prisão de pessoas em situação de rua: confusão na Tijuca termina na delegacia Um morador da Rua Waldir Cabral, que preferiu não se identificar, aponta que o problema pode estar ligado à infraestrutura de drenagem da localidade. — Acredito que isso seja de uma rede pluvial, porque é só chover um pouquinho que essa água suja jorra dos bueiros da rua, mas a água também tem um aspecto de esgoto — disse o residente. A situação, segundo o morador, não é recenbe: vem se estendendo desde o final do ano passado. Durante duas visitas ao local, a equipe do GLOBO-Niterói constatou água suja e lamacenta jorrando de dois bueiros em cada uma das ruas citadas. Em ambas as ocasiões, também foi flagrado acúmulo de água suja em poças. — O pior é que leva muito tempo para baixar. Hoje mesmo estava jorrando e deixou essa água aí na rua — disse o morador, apontando para a poça. Água suja e lamaçal ocupam quase metade da Rua Waldir Cabral, em Santa Rosa Filipe Bias De acordo com outro morador que também não quis se identificar, as intervenções realizadas pelo poder público não têm sido definitivas. Embora equipes técnicas compareçam ao local para realizar limpeza, a água suja volta a aparecer após qualquer incidência de chuva: — Funcionários da prefeitura vêm e sugam toda a água, mas depois de alguns dias o esgoto volta a jorrar. Em nota, a Águas de Niterói informa que a rede coletora de esgoto da concessionária está operando normalmente, sem vazamentos no local. A empresa afirma que realizou uma desobstrução da rede no dia 17 de fevereiro. “No ponto citado, existe uma mina que contribui para o escoamento de água para a galeria pluvial, o que não é de responsabilidade da concessionária”, conclui. Procurada, a prefeitura, por meio da Secretaria municipal de Conservação (Seconser), disse que esteve no local e realizou a limpeza da rede pluvial da Rua Waldir Cabral no último dia 18 e na quarta e na quinta-feira da semana passada e garantiu que nas três s ocasiões não foi constatado vazamento. “A secretaria reforçará a atenção na manutenção de limpeza periódica que realiza do sistema de drenagem da via e haverá intensificação do monitoramento para identificação do eventual vazamento. A Seconser ressalta que em dois meses foram 30 dias de chuvas e que esse foi o mês de fevereiro mais chuvoso das últimas três décadas”, finaliza, em nota. Initial plugin text