Embora não tenha poupado críticas à ofensiva contra o Irã, a China esboça um gesto de conciliação em direção aos Estados Unidos, evitando acirrar os ânimos. O tom moderado, na véspera do evento mais importante do calendário político chinês, é um sinal de que Pequim — assim como Washington — não tem interesse numa crise que poderia sabotar a visita à China do presidente americano, Donald Trump, prevista para o fim deste mês. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.