Que a presença de mulheres na montanha ainda é minoritária no Brasil não chega a ser novidade. No último censo da Abee (Associação Brasileira de Escalada Esportiva), com dados de 2023, 67,3% dos praticantes eram homens. Mas, de lá para cá, um número cada vez maior de mulheres insiste em disputar espaço nesse meio não raro tóxico e misógino, que ainda nos vê como o tal sexo frágil. Leia mais (03/04/2026 - 23h00)