Primeiro voo charter retira norte-americanos da guerra no Oriente Médio

Washington anunciou nessa quarta-feira (4) que um primeiro voo charter partiu do Oriente Médio, região de onde mais de 17.500 americanos retornaram por causa da guerra contra o Irã provocada por Estados Unidos e Israel. O Departamento de Estado indicou que o primeiro voo charter saiu da região na quarta-feira, mas não deu detalhes, ao alegar motivos operacionais. Casa Branca revela quais são os quatro objetivos de Trump em guerra com Irã Há quase uma semana sem poder sair do Catar, atriz Miá Mello desabafa: ‘me sinto desamparada’ "O número de voos será incrementado em toda a região", indicou o departamento em comunicado, no qual pediu aos americanos em Israel, Emirados Árabes Unidos, Catar e Arábia Saudita que se inscrevam pela internet. Apenas na terça-feira, cerca de 8.500 americanos retornaram a seu país, declarou o subsecretário de Estado, Dylan Johnson. O Departamento de Estado enfrenta críticas de viajantes e legisladores por não oferecer vias mais rápidas para sair da região depois que Estados Unidos e Israel iniciaram a guerra no sábado com um ataque conjunto contra o Irã. Desde então, o Irã lançou ataques com mísseis e drones por toda a região, abalando as habitualmente estáveis monarquias árabes do Golfo. Johnson indicou que o Departamento de Estado tinha oferecido assistência a quase 6.500 pessoas, mas a maioria dos norte-americanos saiu por conta própria e praticamente todos através de voos comerciais. Os Estados Unidos aconselharam seus cidadãos a deixarem imediatamente todo o Oriente Médio, desde o Egito até o leste, apesar de o tráfico aéreo na região ter diminuído drasticamente.