A pré-candidatura de Dado Dolabella a deputado federal pelo Rio de Janeiro voltou a reacender um antigo embate público com Luana Piovani. Após a atriz comentar o assunto nas redes sociais, o ator publicou um vídeo em que rebate as críticas e ironiza a postura da ex-namorada, com quem manteve um relacionamento que terminou há quase duas décadas. Por que a menopausa pode causar insônia? Entenda após relato de Flávia Alessandra Relato de Mel Lisboa reacende debate sobre ISTs e saúde feminina; entenda os impactos Na gravação, Dolabella afirma que já esperava um posicionamento de Piovani e a chama, de forma sarcástica, de "juíza do mundo". Ele também diz que a atriz continua mencionando seu nome publicamente mesmo após o fim do relacionamento. "Senhoras e senhores, e agora, ela: a juíza do mundo. A pessoa que todo mundo já sabia que viria comentar. Vamos ouvir o que ela tem para dizer. Depois de quase vinte anos, a minha falsa acusadora não tira meu nome da boca. Eu não devo nada à Justiça. O processo que essa falsa acusadora moveu contra mim foi anulado por causa de tantos erros e absurdos", declarou. Em outro momento do vídeo, o ator relaciona a decisão de ingressar na política a experiências pessoais que, segundo ele, teriam sido marcadas por acusações injustas: "E é exatamente por situações como essa que sou pré-candidato a deputado federal pelo Rio de Janeiro. Falsas acusações são repetidas tantas vezes que as pessoas passam a acreditar nelas como se fossem verdade." Ainda na publicação, Dolabella destaca que pretende defender pessoas que, segundo ele, foram alvo de denúncias infundadas e tiveram a reputação prejudicada. "Minha pré-candidatura é para defender pessoas que passam pelo que passei. Pessoas injustiçadas, pessoas vítimas de denúncias falsas, pessoas que têm sua reputação destruída por narrativas que se espalham sem prova", disse. A resposta veio após declarações de Luana nos stories do Instagram. Questionada por seguidores sobre a pré-candidatura do ex, a atriz criticou a possibilidade de ele disputar um cargo público. "Gente, o país da piada pronta, né? Como é que pode uma pessoa que tem processo criminal se candidatar a um cargo público? Não poderia", opinou. Em seguida, ampliou as críticas: "Uma pessoa que não paga pensão, um agressor, alguém que tem um processo criminal em andamento, um ex-presidiário… todas essas coisas, né? Mas no Brasil tudo pode, gente!". Piovani também comentou que o eleitorado precisa ser mais criterioso ao escolher representantes políticos. "Tem que aprender a votar. Então, assim, esse aborto da natureza é candidato? É só não votar nele", aconselhou. Dolabella e Piovani tiveram um relacionamento marcado por conflitos, encerrado em 2008. Naquele ano, a atriz registrou uma queixa por agressão contra o ator, que passou a responder a um processo penal. Em julho de 2013, o caso foi arquivado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro após a investigação, sem condenação. Desde então, o episódio volta a ser mencionado em manifestações públicas envolvendo ambos.