Com promessas que vão do transporte de órgãos ao uso na segurança, debate sobre regulação de ‘carros voadores’ ganha força

A possibilidade de transportar órgãos para transplante em poucos minutos dentro de metrópoles ajudou a acelerar um debate que, em um futuro não tão distante, pode ter aplicações que vão da mobilidade urbana à segurança: a integração entre o espaço das cidades e os “carros voadores”, como são chamados popularmente os Veículos Elétricos de Pouso e Decolagem Vertical (eVTOLs, na sigla em inglês). Trata-se de aeronaves destinadas ao uso cotidiano, com capacidade para até seis pessoas, baixo ruído e até mesmo possibilidade de, mais à frente, conforme avançam as pesquisas pelo mundo, cruzarem os céus sem um piloto a bordo. No Brasil, diferentes iniciativas já desenvolvem seus próprios modelos, enquanto discussões sobre a regulação do novo modal já mobilizam a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Congresso. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.