Desocupar áreas de risco exige ação de estados e prefeituras

Os temporais devastadores que se abateram sobre Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, e sobre a cidade vizinha de Ubá precisam ser entendidos por governantes dos três níveis da administração pública como mais um aviso para que preparem as cidades para resistir a eventos climáticos extremos, cada vez mais frequentes devido ao aquecimento global. Chegou a conta da ocupação desordenada de encostas, morros e áreas alagadiças, sob a vista grossa de governadores e prefeitos. Quem paga são as famílias que, sem alternativa, ocuparam áreas de risco. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.