“Se cada vez que o Brasil liquidar um banco tiver que percorrer uma via crucis como essa, não é o banco que quebra, é o país que será tragado.” Essa foi a frase que ouvi numa conversa sobre o caso Master. Meu interlocutor faz parte da brigada de solução da crise. Ele define como “penoso, caro e lento” o processo que deveria ser natural e técnico. Afinal, o Master cometeu uma fraude de R$ 12 bilhões e tentou entregar a bomba para um banco público. Em boa hora, o Banco Central impediu o desastroso negócio. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.