Sobre corrupção

Como disse Lord Acton, historiador britânico do século XIX, conhecido como “o magistrado da História”, “o poder tende a corromper, o poder absoluto corrompe absolutamente”. Seguimos assistindo na história brasileira a comprovação dessa constatação, mas nunca antes vira-se a corrupção atingir tão diretamente duas instituições republicanas tão fundamentais quanto o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Banco Central. O poder destruidor do dinheiro misturou-se a outro fenômeno conhecido historicamente chamado “hubris”, a arrogância que toma posse dos que se consideram muito poderosos, e os faz perder o autocontrole por se considerarem acima dos demais mortais. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.