Os serviços de streaming musical são meio parecidos entre si. Todos eles (menos o Spotify) estão oferecendo som de alta definição. Todos eles oferecem cerca de 100 milhões de músicas. Todos permitem a criação de playlists. Mas a Apple Music está na frente, e praticamente pelo mesmo preço das concorrentes. Principalmente porque oferece dois aplicativos pelo preço de um (cerca de 22 reais por mês). Em 2021, a empresa comprou o Primephonic, um aplicativo dirigido especialmente para quem gosta de música clássica. E criou o Apple Music Classical, que passou a fazer parte do pacote. O serviço oferece som lossless de até 24-bit/192 kHz e o chamado áudio espacial Dolby Atmos. Basta usar fones para perceber que a Apple Music cuida bem dos seus ouvidos. Outra vantagem é a possibilidade de ouvir vídeos musicais. E mais: boa parte das músicas tem letras, como em um karaokê. E, como toque final, vários discos tiveram suas capas retrabalhadas com pequenos detalhes de animação. Existem muitas entrevistas com músicos, diversos tipos de playlists prontas para quem não sabe exatamente o que ouvir, listas dos maiores sucessos e listas de música africana, árabe, anime, rap alemão, música religiosa indiana, pop francês, K-pop, Bollywood e pop brasileiro — tudo isso e mais o aplicativo de música clássica. Enfim, está difícil competir com a maçã. PS — Infelizmente nem todos os recursos estão disponíveis para celulares Android. O post Apple Music: assine um, leve dois apareceu primeiro em Revista Oeste .