A regulação do uso de inteligência artificial (IA) na educação desafia governos do mundo todo. No Brasil, um grupo criado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) formulou uma proposta para discussão que deverá ser levada a audiência pública antes da homologação final pelo Ministério da Educação. A IA tem enorme potencial para ajudar alunos e professores e dar às regiões hoje periféricas e menos assistidas do país acesso a conteúdos e conhecimentos ainda restritos às mais privilegiadas. Mas cuidados se justificam pelos riscos inerentes à tecnologia. Nem sempre os sistemas de IA são confiáveis, e no fim deve caber ao usuário — professores e alunos — distinguir o certo do errado, dos pontos de vista técnico e ético. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.