Com o início da janela de migração partidária, aberta até 3 de abril, os partidos têm adotado diferentes estratégias de olho nas eleições de outubro. Enquanto o PL usa a maior fatia estimada do fundo eleitoral e do tempo de televisão para avançar sobre quadros do União Brasil no Congresso e fortalecer palanques estaduais alinhados ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), legendas com menor capilaridade se preocupam com a chamada cláusula de barreira, percentual mínimo de eleitos na Câmara para ter acesso aos recursos destinados aos partidos, que vai atingir no pleito deste ano seu maior patamar desde que passou a vigorar. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.