No maior caso de recuperação extrajudicial registrado no país, na semana passada, quando a Raízen, principal empresa de biocombustíveis do Brasil, anunciou a renegociação de dívida de R$ 65,1 bilhões com credores, um fato chamou a atenção. Mesmo tendo investido mais de R$ 36 bilhões para ampliar sua produção de etanol, especialmente o de segunda geração (produzido a partir do bagaço e da palha da cana), a Raízen sofreu com a concorrência do etanol feito com outra commodity agrícola: o milho. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.