O risco de terror antissemita: uma entrevista com Fernando Lottenberg

Um dos efeitos da guerra lançada por EUA e Israel contra o Irã e seus aliados do Hezbollah pode ser o crescimento de ataques terroristas ao redor do mundo. Ao longo do século 21, a imensa maioria dos atentados globais foi cometida por grupos jihadistas de vertentes radicais do islamismo sunita, como a al-Qaeda e o Estado Islâmico. A nova onda, no entanto, pode incluir ações assimétricas do próprio regime iraniano, de viés radical xiita, e de milícias aliadas. Os últimos ataques de grande dimensão atribuídos a Teerã e ao Hezbollah foram nos anos 1990 na Argentina — o primeiro, em 1992, contra a Embaixada de Israel em Buenos Aires (29 mortos); o segundo, em 1994, também na capital argentina, contra a Amia, uma entidade judaica (86 mortos). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.