Quantos espaços vazios deixa a tua ausência, Fernando. O Bairro Velho sem ti não será o mesmo, nem o Faro de Vigo, ainda sendo o Decano, se não abres com o «Mira Vigo», essa crónica social a nível popular que nos conectava aos vigueses desde as glorias literárias como com as delícias gastronómicas, ou o teu «Salvese quien pueda» no que profunda e documentadamente analisavas a atividade humana.