Imagens mostram o momento em que PMs abordam o veículo da médica morta durante perseguição A Polícia Civil do RJ investiga se a médica Andrea Marins Dias foi morta por engano durante uma perseguição em Cascadura, na Zona Norte do Rio, na noite de domingo (15). A suspeita é que os agentes tenham confundido o carro da vítima com o de criminosos. Segundo moradores, Andrea, de 61 anos, tinha acabado de sair da casa dos pais quando foi baleada dentro de um carro modelo Corolla, na Rua Palatinado. Segundo a Polícia Militar, os policiais militares que participaram da ação foram afastados preventivamente das ruas até a conclusão das investigações. As armas dos agentes e as câmeras corporais foram apreendidas, e uma perícia complementar foi realizada no veículo nesta segunda-feira (16). Imagens mostram o momento em que os policiais abordam o veículo da médica e chegam a bater com fuzil na porta da motorista. Ao abrirem a porta, os agentes encontraram Andrea já sem vida dentro do carro. De acordo com a Polícia Militar, agentes do 9º BPM (Rocha Miranda) perseguiam criminosos suspeitos de praticar assaltos na região. A corporação informou que recebeu uma denúncia de que bandidos estariam utilizando um veículo T-Cross branco para cometer os roubos. Uma testemunha gravou a abordagem dos policiais: "Desce irmão, vai morrer! Vai morrer, irmão! Desce!", gritou agente. Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Andrea Marins Dias Reprodução/TV Globo Durante as buscas, os policiais localizaram, em um ponto de Cascadura, um carro com as características descritas na denúncia. Próximo ao veículo também estavam um Jeep e uma motocicleta. Ainda segundo a PM, os agentes deram ordem para que os suspeitos se apresentassem, mas os veículos deixaram o local, dando início a uma perseguição. Ao passarem pela Rua Palatinado, houve troca de tiros entre policiais e criminosos. A Polícia Militar informou que instaurou um procedimento interno para apurar as circunstâncias da ocorrência. A médica Andrea Marins Dias Reprodução